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No Mato Grosso foram negociadas 8.000 toneladas para exportação

 

“Pelo segundo dia percebemos mais vendas de milho por parte de agricultores que antes resistiam em comercializar seu produto. A medida em que o mercado de soja travou, parece que destravou o mercado de milho”. A avaliação é do analista do analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Fernando Pacheco. 

No Mato Grosso foram negociadas 8.000 toneladas para exportação a R$29,00 em Campo Verde e pagamento em novembro de 2018. Para o mercado interno foram negociadas 1.800 toneladas entre R$ 28,00 e R$ 27,50, embora ainda seja considerado um mercado devagar. Mas, de sexta até esta terça-feira (28.08), foram negociadas cerca de 15.000 toneladas no sul do MT. 

“As cotações do milho no Brasil têm se mantido na região de Campo Verde, Primavera do Leste e Jaciara, (MT). A necessidade de cumprir contratos com embarque previsto para os próximos meses fez compradores manterem, ontem, os valores oferecidos na sexta-feira – ainda que os futuros tenham recuado em Chicago e o dólar tenha fechado em queda”, diz Pacheco. 

Granjas e compradores domésticos da região também continuavam indicando os mesmos preços do último dia da semana passada, R$ 27/saca CIF para embarque e pagamento em setembro, mas não saíram acordos. Alguns vendedores têm aceitado este preço. Apesar de a colheita estar praticamente finalizada no Estado, com trabalhos concluídos em mais de 99% da área plantada - segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). 

“Está bem devagar. Produtores estão terminando de entregar milho referente a contratos antigos, recebendo o pagamento e esperando novas oportunidades para negociar”, disse um corretor local. 
Algumas empresas do mercado interno estão com bons estoques – o que não significa que não venham a buscar volumes em alguns momentos. A região também abastece frequentemente usinas de etanol, cuja demanda tende a se manter aquecida nos próximos meses. Elas consomem, em média, 1,5 mil toneladas diárias de milho em suas operações.